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São Bernado do Campo - Brasil -
22 de Fevereiro de 2012 - 16:57h
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Qual a diferença entre Banda L e Banda S?
Dezembro/2010
A Omnisys fabrica radares primários para aplicações no Controle do Tráfego Aéreo, serviço que existe para vigiar, controlar e orientar os voos de maneira segura e eficaz.
Uma viagem aérea é formada pela preparação do voo, decolagem, subida, nivelamento de voo, descida e pouso. Para gerenciar essas etapas, todos os países possuem uma estrutura de controle e vigilância do tráfego aéreo.
Quando a aeronave está decolando (ou pousando), o voo é orientado pela Torre de Controle. A coordenação da subida (ou descida) dentro da Área Terminal (TMA) — região ao redor do aeroporto — é feita pelo Controle de Aproximação (APP).
Com o voo já nivelado e também no caso de longas distâncias, a coordenação é feita pelo Centro de Controle de Área.
O radar primário banda S fornece o suporte para o Controle de Aproximação num raio de cerca de 60 milhas náuticas (111 km).
A parte mais conhecida do equipamento é sua antena, que tem dimensão de 6 m de largura por 4 m de altura, instalada em torres de 20 m de altura.
O radar primário de banda L fornece o suporte para o Centro de Controle de Área, e seu alcance operacional é sempre maior que o radar banda S: aproximadamente 220 milhas náuticas de raio (401 km).
Radar para Controle de Aproximação (banda S)
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Radar para Controle em Rota (banda L)
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Devido às especificações necessárias para alcançar essa distância, o radar banda L tem alguns componentes maiores que o radar de banda S. Sua antena, por exemplo, tem dimensão de 14 m de largura por 10 m de altura e é colocada em torres de 25 m de altura e normalmente instalada em áreas montanhosas, para não sofrer restrições da curvatura terrestre. Na área da Amazônia são instalados nas proximidades dos aeródromos para melhor proteção e apoio.
No controle do tráfego aéreo os radares secundários são instalados junto aos radares primários. Eles fornecem a identificação das aeronaves, além da altitude. Existem também instalações somente com radares secundários.
O controle e a vigilância do tráfego aéreo de maior alcance geralmente são suportados por mais de um radar e com os sinais processados de forma redundante por meio de um Centro de Controle.
No Brasil, os Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTAs) funcionam desta forma, utilizando um conjunto de radares de banda S e banda L. Interligados cobrem os 8,5 milhões de km² do território nacional.
Cobertura de quase 100% do território brasileiro pelos CINDACTAs a 30.000 pés de altitude |
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Antenas primária e secundária de um radar de aproximação (banda S). |
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Sala de controle de tráfego aéreo no CINDACTA I. |
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Teste do Módulo MEL3200, usando banco de testes desenvolvido pela Omnisys. |
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Antena do radar TRS2230 (banda S) que possui também utilização militar.
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Modernização do 1º radar banda L (LP23SST), instalado em Salvador, BA.
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Detalhe da mesa de controle de um radar banda L, padrão em todas as instalações.
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